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Lanterna Verde - Simon Baz

Origem

Simon Baz era apenas um cara normal libanês-americano de Dearborn, Detroit. Quando tinha dez anos de idade, ele e o resto de sua família assistiam televisão horrorizados quando aviões voaram para o World Trade Center. Enquanto crescia, ele e sua família muçulmana encontraram-se sob intensa suspeita e ostracismo nos dias, meses e anos que se seguiram após os ataques.

Depois da crise financeira atingir a área de Detroit, que é uma das áreas mais atingidas nos Estados Unidos, Simon é demitido de seu emprego e em um momento de desespero rouba o carro errado, que, inadvertidamente, aponta-o como uma célula terrorista. Do nada, ele é inesperadamente chamado para se juntar à força policial galáctica conhecida como a Tropa dos Lanternas Verdes.

Habilidades


Indomável Vontade


Equipamento


Bateria Energética dos Lanternas Verdes


Armas


Anel Energético dos Lanternas Verdes

Pistola


Curiosidade


Baz tem uma tatuagem no antebraço que diz "coragem" em árabe, o que é considerado "haram", ou religiosamente proibido, em Islã.

Lanterna Verde - Kilowog


Bolovax Vik era um dos planetas mais povoados do universo, com seus mais de 16 bilhões de habitantes e sua mente coletiva. Kilowog era um geneticista e uma das mentes mais brilhantes de seu planeta, quando Branwilla, o antigo Lanterna Verde do setor 674 faleceu, ele foi escolhido como seu substituto. Pouco tempo após sucedê-lo, tornou-se um recrutador e instrutor de novos candidatos a Lanternas Verdes. Foi o 1º instrutor de Hal Jordan, antes de Sinestro assumir este encargo.

Durante o evento "Crise nas Infinitas Terras" ele teve todo seu planeta destruído e sua raça exterminada, mas Kilowog conseguiu conservar as energias de vida de todos os 16 bilhões habitantes de seu planeta dentro do seu anel, onde suas consciências poderiam continuar vivendo em paz, eles sobreviveram graças a força de vontade de Kilowog.

Posteriormente, com a ajuda dos demais membros da Tropa, conseguiu encontrar um planeta que, com seus conhecimentos de Genética, converteria numa cópia exata de Bolovax Vik e liberaria lá, as assinaturas genéticas dos bilhões de seus compatriotas. Num estado corpóreo provisório, enquanto Kilowog fosse clonando novos corpos físicos para cada um deles, agradeceram de coração a Kilowog e o saudaram como herói nacional. Contudo, num ataque fulminante de Sinestro, o planeta fora destruído e as consciências de todos foram definitivamente destruídas. Isto jogou Kilowog num estado incontrolável de ira e num desejo mortal de vingança sob justiça própria, contra o ex-Lanterna renegado. Tentou matá-lo diversas vezes, mas em todas foi detido, e levado novamente à consciência.

Vinda Para a Terra

Após os Guardiões do Universo abandonarem Oa, retirando-se com suas esposas zamaronas, Kilowog decidiu seguir para a Terra junto com o grupo de Hal Jordan para presenciar a anunciada evolução dos "escolhidos", prenunciada pelos Guardiões. Nesta época, apaixonou-se pela colega e amiga Arisia, mas não fora correspondido.
Após uma sucessão de decepções, dentre elas ter de aceitar a permanência de Guy Gardner na Terra e sua continuidade em usar o anel, encantou-se com o meio de vida comunista da então União Soviética, já que este era o mais próximo que ele já vira da filosofia de seu planeta natal, e decidiu auxiliar os russos em projetos que, ao seu ver, beneficiariam a humanidade, como o criação do projeto de defesa, a Brigada de Sovietes Supremos. Fez amizade com Josef Denisovich, o Soviete Supremo original e sentiu pesadamente a morte de seu amigo, que teve de enfrentar e matar, após uma luta inevitável. Só aí desencantou-se com o regime comunista.

Morto por Parallax

Na época da catástrofe em Oa, resultado da execução de Sinestro, teve como quase todos os demais Lanternas presentes, seu anel sugado pela Bateria Central. Após um tempo vivendo normalmente na China, foi recrutado novamente por Hal Jordan, para fazer parte de uma nova Tropa de Lanternas Verdes. Após a obsessão de Hal Jordan em adquirir todo o poder da Bateria Central para recuperar sua cidade e as vidas dos 7 milhões de habitantes mortos, lutou bravamente contra Jordan, como todos os demais Lanternas Verdes recrutados por ele mesmo, mas foi derrotado. Novamente investindo contra Jordan, desta vez apenas com a força bruta, sem o anel, morrera incinerado por uma descarga energética do antigo companheiro e amigo.

Seus restos mortais foram encontrados em Oa por Guy Gardner, alguns membros da Liga da Justiça e Arísia, que ficou profundamente abalada ao encontrar o crânio esquelético do amigo. Seus restos foram destruídos junto com o próprio planeta, destruído por Kyle Rayner, a fim de deter Hal Jordan/ Parallax. Posteriormente, Guy Gardner honrou a memória de Kilowog, com uma estátua em seu bar temático, Warrior's. Fora considerado o melhor recrutador e instrutor que a Tropa já teve.

O Primeiro Lanterna Negro?

Kilowog não deixara de existir completamente. Como de costume entre os bolovaxianos, sua alma permaneceu num estado de pós-vida com uma consciência unificada entre si. Após a destruição da Tropa dos Lanternas Verdes e a desestabilização do controle intergaláctico promovido pelos Guardiões, Os Xadai, sobreviventes da destruição impetrada por Hal Jordan/ Parallax se uniram e juntaram-se à magia primitiva de 1000 mundos, para que pudessem criar um veículo de sua ira e sede de vingança; a meta era erradicar todo vestígio de existência de Jordan no universo. O escolhido para ser o algoz deles fora a alma de Kilowog. Nesta época, ele se manifestou como o Lanterna Negro. Com um alfanje como arma, ele perseguiu um suposto filho de Hal Jordan chamado Martin, colocado sob a guarda de Tom Kalmaku. Nesta perseguição, ele enfrentou a Liga da Justiça, Guy Gardner Warrior e Alan Scott, mas encerrava a luta quando Tom e o menino fugiam. Na realidade, o garoto era a energia do antigo anel energético de Hal Jordan que ganhara consciência e se moldara segundo imagens da mente de Jordan e de Kalmaku. 

Por fim, o Lanterna Negro enfrentou o próprio Hal Jordan como Parallax, mas o combate fora interrompido por Tom Kalmaku, utilizando a energia de um anel do poder. Com este poder, Kalmaku tomou temporariamente o poder de Jordan e trouxe novamente a alma de Kilowog à vida, sendo, contudo incapaz de devolver sua forma original. Em seguida, utilizou este poder para reconstruir Oa. Com este processo, toda ira e vingança foram expulsos do interior de Kilowog e ele passou a aguardar pelo surgimento de uma nova Tropa em Oa.

No entanto, o ato de ser ressuscitado teve seu efeito colateral: sua alma foi afastada da coletividade da Uni-mente bolovaxiana. Isto fez com que os Xadai os passassem a perseguir em pesadelos, com a meta de conseguir novamente controlá-lo. Finalmente, eles conseguem derrotar Ganthet e levar novamente Kilowog aprisionado para o Poço das Almas, o equivalente ao "Mundo dos Mortos" na mitologia bolovaxiana. Kyle Rayner atravessa uma fenda dimensional aberta com esforço por Ganthet e encontra o colega sendo engolfado por ondas de demônios e seres xadai. Extremamente poderosos, os seres conseguem derrotar Rayner, mas seu anel energético escorrega de sua mão e vai até a mão de Kilowog. Com o poder extra, seu corpo novamente muda de forma física, voltando a ter de volta sua antiga aparência. Por fim ambos conseguem libertar-se do Poço das Almas e Ganthet lacra a fenda dimensional.

O Renascimento da Tropa dos Lanternas Verdes

Convivendo em Oa desde então, após o renascimento de Hal Jordan e Guy Gardner como Lanternas Verdes, os Guardiões resolvem reorganizar a Tropa e Kilowog ganha novamente seu antigo trabalho de oficial treinador de todos os recrutas.
Quando dois de seus recrutas foram capturados pela Guilda das Aranhas, Kilowog saiu em missão solo para salvá-los. Ele participou da defesa de Oa na invasão da Guilda das Aranhas, dando a seus recrutas instruções sobre como superar o fraqueza do amarelo de seus anéis do poder.
Durante a Crise Infinita, Kilowog e Kyle Rayner atuaram na guerra entre Rann e Thanagar.

Poderes

Como um bolovaxiano, Kilowog naturalmente possui superforça, resistência sobrehumana e ligação com a Uni-Mente bolaxaviana.

Equipamentos

Anel de Poder da Tropa dos Lanternas Verdes: O anel dos Lanternas Verdes permite criar objetos com energia verde que funcionam como suas exatas duplicatas reais,ele na verdade pode transformar vontade em presença, voar a velocidades interplanetárias, traduzir automaticamente cada língua conhecida no universo, cobrir o corpo do usuário com uma aura para proteger-se de ataques e rigores do espaço, fazer análises, detectar outros Lanternas Verdes, projeção astral e fazer o usuário relembrar de fatos esquecidos. 

O anel protege o usuário automaticamente contra dano fatal e é capaz de curá-lo em níveis baixos. O anel também pode reproduzir qualquer poder imaginado. O nível dos poderes do anel é limitado pela força de vontade do usuário e só necessita de ser recarregado a cada 24 horas na bateria-lanterna, ou quando os níveis de energia estão muito baixos. O anel não funcionava contra coisas amarelas, mas depois da crise foi descoberto que os guardiões disseram isso para que os lanternas não acreditassem em poder infinito, Hall Jordan descobriu que apenas o medo impede que o poder funcione. O usuário também deve ter sua força de vontade suficientemente desenvolvida a fim de operar o anel.
Bateria Energética: A bateria do Lanterna Verde é a ligação entre a Bateria Central localizada em Oa e o anel que ele usa.

Lanterna Verde - Brik

Brik é um membro da Tropa dos Lanternas Verdes recrutada por Hal Jordan. Ela foi selecionada na primeira vez que ele tentou restaurar a corporação. Quando Hal Jordan ofereceu-lhe a oportunidade ela aceitou sem hesitação. Brik vem do planeta Dryad, um mundo habitado por uma raça de seres sencientes como-rocha. Os habitantes de Dryad podem hibernar por meses a fio.

Brik foi apaixonada por Hal, mas devido à sua fisiologia não houve atração mútua. Não querendo magoá-la, ele disse diplomaticamente a Brik que as relações entre os Lanternas Verdes não são bem-vindas na tropa.

Atribuições

Fisiologia Dryad:

Brik é uma forma de vida baseada em silício, e não à base de carbono, ela e outros nativos de Dryad são, essencialmente, rochas vivas.

Força sobre-humana

Durabilidade sobre-humana

Habilidades

Indomável vontade

Equipamento

Bateria Energética dos Lanternas Verdes

Armas

Anel Energético dos Lanternas Verdes

Fonte : SóQuadrinhos

Lanterna Verde - Arísia

Lanterna Verde defensora do setor 2815, setor vizinho ao da Terra e natural do planeta Graxos IV, Arisia foi treinada desde muito criança, sendo convocada a tomar parte da Tropa dos Lanternas após a morte de seu pai, que fora o Lanterna Verde antecessor de seu setor espacial.

Participou ativamente junto com a Tropa dos Lanternas, da Crise nas Infinitas Terras, sob o comando de Tomar-Re. Após a conclusão do evento, recebeu como missão, junto com Sallak e Chyp, caçar o vilão Áureo, por ter assassinado dois Lanternas durante a Crise. Na época da partida dos Guardiões de Oa, junto com suas consortes Zamaronas, todos os Lanternas foram liberados de seus antigos setores, podendo escolher onde se baseariam. Arisia escolheu permanecer na Terra com Hal Jordan e alguns outros lanternas, onde adotou a identidade secreta de Cindy Simpson e redesenhou os uniformes de John Stewart, Katma-Tui, Sallak e Chyp.

Jordan e Arisia

Sempre fora apaixonada por Jordan, mesmo quando este lhe disse que era muito nova para ele. Isto era difícil para que sua mente de adolescente compreendesse e seus desejos subconscientes interagiram com seu anel do poder para amadurecer rapidamente seu corpo, tornando-a dentro de algumas semanas, numa mulher adulta. Aí sim, seu amor fora correspondido por ele. Sob o controle forçado de Safira Estrela, atacou Jordan em um se seus encontros, mas a vilã fora derrotada posteriormente. Na ocasião em que Sinestro aniquilou as 16 bilhões de pessoas do mundo de Kilowog, ela ofereceu apoio moral e amigável ao colega lanterna, fazendo comque este viesse a apaixonar-se por ela, não sendo, contudo, correspondido. Porém ela continuou amiga de Kilowog e guardou segredo. Novamente apoiou moralmente o amigo quando este veio a sucumbir ante a sede de vingança e impediu-o de matar Sinestro, então já aprisionado aguardando julgamento. Na época da execução de Sinestro, após a degeneração da Bateria Central, teve seu anel sugado como o de todos os Lanternas presentes.


Sem Poderes

Juntamente com Jordan, foi morar na casa de John Stewart e Katma-Tui, por pouco tempo, pois as discussões eram constantes, tendo de sair após o assassinato de Katma-Tui por Safira Estrela. Fora morar em Chicago e ambos se separaram, continuando como amigos. Em uma de suas visitas ao amigo Kilowog, recebeu acidentalmente uma pancada na cabeça que a fez retornar a sua mentalidade original de adolescente. Auxiliada por Jordan, este deixou-a aos cuidados da Liga da Justiça, permanecendo lá até que sua memória retornasse completamente. Tempos depois, alarmados pelo desaparecimento de diversos Lanternas Verdes pelo espaço afora, inclusive Kilowog que estava há 2 dias sumido, um grupo da Liga resolveu ir até Oa, liderados por Guy Gardner e ela ofereceu-se para guiá-los, pois conhecia bem o planeta. Gardner rejeitou, por achar que ela, sem poderes, só atrapalharia. Ela retirou-se e retornou armada até os dentes, comunicando a Gardner que iria com eles à Oa. Gardner não discutiu. Em Oa, descobriu os restos mortais do amigo, morto por Parallax.
Hal Jordan apareceu numa cilada ao grupo, derrotou a todos e enviou-os de volta a Terra, com aviso para não mais interferirem.

Falecimento

Tempos depois, encontrou com Hal Jordan em seu retorno e um reatamento entre os dois foi proposto, mas fora rejeitado. Dias depois, numa terrível batalha contra o vilão Major Força, geneticamente alterado pelo Quorum, Arisia lutaria bravamente, mas sucumbiria e viria a falecer. Sua morte fora vingada por Guy Gardner como Warrior e seu funeral foi honrado pela Liga da Justiça e pela presença de Hal Jordan, que prestou-lhe as últimas homenagens e criou um holograma esmeralda dela, em sua homenagem.

Ressurreição

Anos depois, Ela fora encontrada em estase no Planeta Biot, no setor 3601. Ela fora aprisionada pelo Superciborgue para servir de fonte de energia para os Caçadores Cósmicos. Após ela ser resgatada por Hal Jordan e outros Lanternas Verdes também libertos, descobriu-se que ela não morrera, mas interrompeu suas funções vitais a fim de se restabelecer dos ferimentos causados pelo Major Força. Antes que ela saísse de sua hibernação, fora exumada pelos Caçadores Cósmicos e levada cativa a Biot. Após seu resgate, fora reativada na Tropa, embora ainda permaneça sem setor. Ela recentemente foi convidada a avaliar o desempenho de Sodam Yat, com maior probabilidade de estar disponível para receber a entidade Íon no caso dele falhar.

Arsenal - Roy Haper - Novos 52

Roy era ajudante de Oliver Queen, mas devido a circunstâncias desconhecidas Roy foi expulso de sua posição e Oliver tomou suas ações, que foram dadas a ele, dentro de Q-Core, deixando-o à sua própria sorte.

Roy se tornou um depressivo alcoólatra e suicida ao lutar e provocar o Crocodilo. Crocodilo descobre o que Roy está fazendo detendo-o e dando-lhe uma conversa sobre a vida, Roy lhe agradece. Logo após, Roy começa a recuperação, com Crocodilo como seu patrocinador, mas isso não impede Roy de expor-se ao perigo como acaba expondo-se mais tarde, em uma exótica prisão do Oriente Médio, onde ele deve sempre carregar uma bola pesada. Isso tudo resultou em ajudar a nação do Oriente Médio sobre destronar um ditador, as pessoas libertadas, em seguida, viraram-se para Roy e jogaram-no na cadeia. Tudo isso ocorreu em uma fracassada tentativa de contatar Jason.

Resgatado por seu benfeitor Jason e a estrangeira princesa Estelar, Roy recupera seu arco e aljava, enquanto tenta recuperar um relacionamento com sua ex-aliada Estelar (que também era um membro dos Novos Titãs). Como Jason fala sozinho em um bar, Roy decide que ao invés de amizade ele iria prosseguir sexualmente com Estelar e o faz, mas não sem deixar de distraí-lo ao perceber o desaparecimento de Jason e sua fuga da ilha.


Habilidades

Tiro com Arco

Combate Corpo-a-corpo (Avançado)

Equipamento

Flechas com truques

Armas

Arco Composto Roubado

Notas

Arsenal (Roy Harper) foi criado por Mort Weisinger e Paul Norris, primeiro aparecendo em More Fun Comics. No entanto, na continuidade de Novos 52 reiniciou sua primeira aparição como parte do Universo DC na série Red Hood and the Outlaws de Scott Lobdell e Kenneth Rocafort.

Curiosidades

Roy ainda luta contra o álcool e as drogas.
Roy tem várias tatuagens que não me lembro de ter anteriormente.

Fonte : SóQuadrinhos

Jean Grey

Nome Completo: Jean Grey Summers
Codinomes: Garota Marvel, Fênix Branca, Fênix, Ruiva Dayspring
Nacionalidade: Estados Unidos
Ocupação: Ex-Modelo Fotográfica, ex-administradora do Instituto Xavier
Base de Operações: Instituto Xavier, QG do X-factor, Nave, Sala Incandescente

Poderes

Telecinese:
- Capaz de mover matéria com a força do pensamento, incluindo seu próprio corpo, o que lhe permite voar.
- Pode criar campos de força e emitir rajadas telecinéticas.
- Telecinese molecular: Uma das poucas telecinéticas capazes de controlar moléculas, alterando a forma física de um objeto.
Telepatia:
- Leitura, projeção, indução/manipulação mental
- Projetar-se ao Plano astral
- Ataque psíquico
Força Fênix:
- Jean é o principal avatar físico da entidade cósmica Fênix, e isto lhe permite um expansão de sua telecinese dando controle ilimitado da matéria e energia.

Ligações

Relacionamentos Amorosos: Ted Roberts, Scott Summers / Ciclope, James Howlett / Wolverine
Afiliações: X-Men, X-Factor, Exterminadores
Parentes Conhecidos: 
John Grey (pai,morto),
Elaine Grey (mãe, morta),
Sara Grey-Bailey (irmã, morta),
Paul Bailey (cunhado),
Gailyn Bailey (sobrinha, morta),
Joey Bailey (sobrinho, morto),
Brian Grey (tio),
Scott Summers / Ciclope (marido),
Alex Summers / Destrutor (cunhado),
Gabriel Summers / Vulcano (cunhado),
Christopher Summers / Corsário (sogro, morto),
Katherine Anne Summers (sogra, morta),
Madelyne Pryor / Rainha dos Duendes (clone genético, morta),
Nathan Christopher Summers / Cable (filho adotivo),
Rachel Summers / Garota Marvel (filha em realidade alternativa),
Nate Grey / X-Man (filho em realidade alternativa, morto)

Origem: 

Jean Grey é a filha mais nova de John Grey e sua esposa Elaine. Jean Grey estava jogando frisbee com sua melhor amiga Annie Richardson que foi acidentalmente atropelada por um carro. O desespero e as emoções que sentiu ao vê-la sendo atropelada despertaram seus poderes telepáticos latentes e ela se sentiu dentro da mente de sua amiga no momento de sua morte. Jean ficou em estado catatônico durante três anos, sem falar com ninguém e evitando ao máximo a companhia das pessoas. Seus pais procuraram por vários especialistas, mas apenas um poderia ajudar: Charles Xavier, secretamente um mutante com poderes similares.
Xavier explicou aos seus pais que ela era uma mutante e a visitou por alguns anos conseguindo recupera-la do trauma e fazê-la a se sociabilizar novamente. Durante esse período, ele ensinou-a a usar seus poderes telecinéticos e ergueu barreiras psíquicas em sua mente a fim de impedir que ela usasse seus poderes telepáticos até ter domínio suficiente para usá-los, deixando-a apenas com a telecinésia.

X-Men: 

Quando ela atingiu um certo grau de maturidade, Xavier sugeriu aos seus pais que a matriculassem em sua recém-criada Escola para Jovens Superdotados. Assim, Jean se tornou o quinto membro dos X-Men, adotando o codinome de Garota Marvel, logo após se juntar a equipe já teve que enfrentar uma das maiores ameaças da equipe, o terrível Magneto.
A beleza e charme da jovem conquistou a todos, porém dois companheiros de equipe se sentiram verdadeiramente atraídos, o galanteador Anjo e o até então tímido Ciclope, este último conquistando Jean. Posteriormente, o sentimento que nutria por Ciclope, fez com que Jean, instintivamente, começasse a manifestar novamente seu poder telepático, afim de estabelecer contato. Charles percebeu isso, e iniciou o treino e processo de “desbloqueio”.
Apenas Jean sabia que o vilão arrependido Morfo (Conhecido também como Changelling), a pedido de Charles, tinha trocado de lugar com ele para ter tempo de preparar uma defesa para a Terra do ataque dos Z’Noxx. O problema é que Morfo morre em uma missão e Jean precisou manter o segredo mesmo vendo seus amigos sofrerem achando que seu líder estava morto. Jean agora já consegue dominar sua telepatia e, num curto período que a equipe se debandou, iniciou sua carreira de modelo em NY. Xavier retorna quando o plano contra os Z’Noxx fica pronto, acabando com a angustia de Jean.
Após a nova formação dos X-men, a maioria dos X-Men originais resolvem sair da equipe, inclusive Jean que se sentiu assustada e atraída por Wolverine. Decidida a abandonar a carreira de heroína, alugou um apartamento com a investigadora Misty Knight. Jean se tornou a melhor amiga de Tempestade, ajudando-a em sua adaptação à civilização.

Fênix: 

Jean foi capturada por uma nova versão dos Sentinelas, comandada por Steven Lang e levada prisioneira até uma estação orbital. Os X-Men seguiram e resgataram sua amiga, mas na viagem de volta houve um problema: o escudo protetor da nave estava com problema e quem pilotasse a aeronave não poderia se proteger da radiação cósmica. Jean telepaticamente absorveu o conhecimento de Dr. Peter Corbeau de como pilotar a aeronave e disse que seus dons telecinéticos poderia protegê-la da radiação mais que qualquer um ali. Ciclope foi contra a idéia, mas Jean com uma rajada mental o deixou inconsciente. Durante o caminho, seu corpo começa a ser destruído pela radiação até que surge a Entidade Fênix oferecendo ajuda, mas não sem cobrar um preço. Pensando no bem estar de seus amigos Jean aceitou. A Força Fênix duplicou seu corpo, colocando um pouco da essência, alma e força vital dela na cópia. A Entidade ficou embriagada com as emoções humanas: amizade, amor e ela mesma alterou sua consciência para que acreditasse ser a verdadeira Jean Grey.
Quando a aeronave caiu, os X-Men escaparam ilesos e a cópia da jean emergiu com um uniforme novo e denominando-se Fênix. Todos pensaram se tratar de Jean e ela ocupou seu lugar na equipe.

Casulo: 

Mas o corpo da verdadeira Jean ficou no fundo da baía Jamaica -onde a aeronave caiu- em um casulo protetor criado pela entidade para recuperar os ferimentos da mutante.
Depois que a corpo da Fênix morreu, a fração da essência de Jean utilizada pela entidade surge como Fênix Branca.
Fenix Branca se encontra com a versão construtora da Morte onde chega a comparar a entidade alada e Jean com o mito de Arthur e a espada Excalibur.
A entidade, sem corpo, sente que a melhor forma de tentar compensar o mal que causara seria enviando a fração que roubou de Jean para seu corpo no fundo da baía, mas o corpo recusou a essencia por estar repleto de destruição e fogo. Essa fração de Jean então foi inserida na clone criada por Sr. Sinistro conhecida como Madelyne Pryor .

Retorno e ingresso no X-Factor: 

Anos depois, os Vingadores descobriram o casulo no fundo da baía. Eles o levaram para estudar melhor o objeto. E lá dentro encontram Jean Grey, porém o processo a fez perder seus poderes telepáticos. Jean contactou seus ex-colegas Fera, Anjo e Homem-de-Gelo que acabam de dissolver a equipe que participavam – os Defensores- e junto com Ciclope eles fundaram a equipe do X-Factor. Jean preferiu não contactar sua família pois não saberia como iriam enfrentar o choque de verem sua filha e irmã viva. Para a mídia, o X-Factor era uma empresa de caçadores de mutantes. Mas isto era apenas uma fachada, já que o verdadeiro objetivo era recrutar e ensinar os mutantes a usarem seus poderes. Jean descobre que Scott estava casado com uma mulher igual fisicamente a ela: Madelyne Pryor e que juntos tiveram um filho, Nathan (que irá se tornar Cable). Scott mesmo se sentindo culpado abandonara os dois quando soube que Jean estava viva.
Jean consolou Scott que confessou só ter casado com Madelyne por se parecer com ela e reataram o namoro.
Madelyne se torna Rainha dos Duendes e tenta matar seu próprio filho para abrir um portal entre o limbo e a Terra, no fim da batalha Madelyne morre e suas lembranças são tragadas por Jean Grey, assim como as lembranças de Fênix que teve sua participação na criação de Madelyne.
Nathan passou a ser cuidado por Jean como se fosse seu próprio filho com Scott.
Depois, em uma guerra no espaço a personalidade de Madelyne tentou assumir o controle e queria se suicidar. Por sua vez a Entidade Fênix queria o controle por ter sentido novamente o prazer de viajar pelo espaço. As três personalidades se misturaram e houve uma batalha mental pelo controle, vencida por Jean graças ao auxílio de Ciclope. Jean percebeu que as duas personalidades tinham ido embora, restando apenas fragmentos de memória.
De volta à Terra, Scott pediu Jean em casamento, mas ela recusou por não ter certeza de quais de suas personificações ele realmente amou; a tudo isso, somava-se o fato das lembranças de Ciclope junto com a Entidade Fênix ou com Madelyne. Ela decidiu ter um tempo para pensar e ter certeza do que ambos sentiam.
Conhece Rachel Summers, sua filha vinda do futuro, mas não soube lidar com uma filha que nunca teve.
Ao enfrentar o Psynapse, vilão que possuía poderes telepáticos, foi torturada no plano astral e fazendo-a confrontar suas memórias, inclusive a da morte de sua amiga de infância Annie. Como da outra vez, a lembrança de tais fatos a fez acessar seus dons telepáticos que estavam latentes e Jean derrotou o inimigo. Voltou a utilizar a telepatia desde então. Logo depois Scott teve que tomar uma difícil decisão: Enviou seu filho Nathan para o futuro sem garantias de revê-lo para que ele sobrevivesse ao virus tecnorgânico que foi infectado.

Retorno aos X-Men: 

O X-Factor se une aos X-Men. Para resolver a questão do excesso de integrantes, o grupo se divide em duas equipes: Jean participa da equipe dourada e Scott da equipe azul.
Scott se sente atraído por Psylocke, que estava na mesma equipe. Jean como telepata percebe a atração mas sabe que ele realmente a ama.
Sua equipe atende um pedido de socorro de Rainha Branca que estava sendo atacada junto com seus alunos por Trevor Fitzroy e versões novas dos Sentinelas. Jean foi dada como morta por ter sido atingida por rajadas dos robôs. Contudo, ela sobreviveu por ter transferido sua mente para o corpo da Rainha Branca que estava em coma. Necessitou da ajuda de Xavier para retornar ao seu verdadeiro corpo.
Xavier acolheu Dentes de Sabre na mansão mas, por segurança, confinado em uma jaula com as devidas proteções. A intenção de Charles Xavier era tentar reabilitá-lo, em parte como compensação pela culpa que sentia pelos mutantes que não soube ajudar. Jean estava assustada e confusa com a presença de Creed na mansão e discordava claramente da decisão de Charles em mantê-lo lá. Victor Creed pede para Jean lhe dar o mesmo toque telepatico chamado Brilho que ele necessitava mas, preferindo encarar seus medos, a ruiva entrou na cela de Dentes-de-Sabre sem proteção alguma a não ser seus próprios poderes e recusou-se a dar o “brilho” para o vilão, dizendo que ele deveria encontrá-lo por conta própria, e também o ameaçou caso ele tentasse algo contra os X-Men.

O Casamento: 

Após muito pensar, Jean decidiu aceitar o pedido de casamento de Scott e a primeira pessoa a quem contou foi Rachel, pois Jean queria se redimir de não tê-la aceitado inicialmente. A festa contou com vários amigos e parentes, exceto Wolverine que se afastou após ter sofrido graves traumas por ter perdido o Adamantium e por ter fortes sentimentos por Jean.
Tiveram uma lua-de-mel nada tradicional, suas consciencias foram levadas a 2000 anos no futuro para cuidar de Natham Summers. O vírus não progrediria, mas às custas de um controle telecinético intenso. Sob a alcunha de Ruivha e Magrão, Jean e Scott criaram o menino por doze anos, até o dia em que Madre Askani (Rachel Summers) morreu de velhice. Como último pedido, ela quis que Jean passasse a usar o codinome Fênix, para que ela fosse lembrada. O casal foi novamente transportado para seus verdadeiros corpos, como se tivesse passado apenas alguns minutos em nossa linha temporal.
Fênix ofereceu-se para ajudar Psylocke que estava sem poder acessar seus dons mutantes, pois correria o risco de libertar o Rei das Sombras que estava preso em sua mente. As consequências disso foi que Jean passou apenas a ter apenas telepatia, agora somando a de Psylocke também e esta passou a ter apenas a telecinésia de Jean.
Foi recrutada por Prona para servir como uma das chaves fundamentais para salvar a humanidade do Estranho, juntamente com Mística, Groxo, Fanático e Homem de Gelo. Durante esta missão, ela entrou em contato coma Força Fênix e readquiriu sua telecinésia.

Casamento em Crise: 

O casamento não ia bem, Jean achava que Scott escondia algo e ele por sua vez cada vez mais frio, não querendo nem mais dormir ao seu lado.
Jean tornou-se a administradora da Escola Xavier e estava sozinha com vários estudantes na Escola quando esta foi atacada pelos U-Men que pretendiam matar mutantes, dissecar seus órgãos e implantar neles mesmos para ganhar poderes. Fênix demonstrou um nível altíssimo de poder, parecendo estar no caminho de tornar-se Fênix não só no nome.
Xavier passou a testar os níveis de poder de Jean e começou a suspeitar que existisse outra personalidade nela novamente, mais precisamente a Entidade Fênix.
Enquanto Jean estava em Genosha avaliando os estragos que os Sentinelas fizeram lá, Emma Frost iniciou uma terapia com Ciclope a fim de sanar seu problema de relacionamento. Durante esta, eles tiveram um affair psiquíco, o qual Fênix descobriu. Ela expulsou Scott do quarto e usou o poder da Fênix para fazer com que Emma revelasse o que realmente aconteceu e a fez encarar suas próprias decepções. No mesmo dia, o corpo de diamante de Emma é despedaçado por uma bala de mesmo material. Jean, mais calma, usou o poder da Fênix e, após absorver o conhecimento médico do Fera, a reconstituiu.

Morte: 

Jean descobriu que o mais novo x-man, Xorn, era um disfarce usado por um falso Magneto. Na batalha final contra os X-Men, este Magneto conseguiu matar Jean com um pulso eletromagnético fatal.
Wolverine furioso imediatamente decepa a cabeça do vilão. Ela falece nos braços de Ciclope, antes que ele pudesse dizer se teria decidido por Emma ou Jean.
Sua alma vai para a Sala Incandescente, onde os avatares mortos da Fenix se encontram, Jean Grey toma consciencia de um assombroso futuro (Conhecido como Ecos do Amanhã) porque, no presente, o Scott havia recusado o convite da Emma em reconstruir o Instituto, reformar os X-Men e ficarem juntos. Por amor ao Scott, Jean o faz inconscientemente voltar atrás na decisão, aceitar o romance com a Emma e se firmar como líder dos X-Men, salvando o futuro.
Insana e confusa, a entidade Força Fênix retorna à Terra para localizar Jean e descobre que ela está morta. Ressuscita o corpo decomposto e nela se funde tornando a Fênix Branca. Sai a procura de Scott Summers, a peça que acreditava ser capaz de reconstruir a sua essência ao resgatar o sentimento humano que compartilhou com ele. Scott decide que, para evitar uma catástrofe cósmica, os X-Men deviam abater essa nova encarnação da Força Fenix. Conseguem convencê-la de que para conseguir o amor de Scott precisa de uma nova hospedeira, Emma Frost. E assim, ela descarna do corpo de Jean. A entidade só se redime quando percebe o quanto Jean é amada pelos seus amigos.
A essência de Jean parte para a Sala Incadescente em busca das peças necessárias para retornar a vida.

Fonte : Scott Summers ( Comicast Profiles)

Magia - Illyana Rasputin

Magia (Magik no orginal), alter-ego de Illyana Nikolievna Rasputin, é um personagem ficcional mutante, presente nas histórias em quadrinhos do Universo Marvel, publicadas pela Marvel Comics. Já usou os codinomes de Magia e Filha do Inferno, sendo usualmente um membro dos Novos Mutantes. Criado por Chris Claremont e Dave Cockrum, apareceu pela primeira vez em Giant-Size X-Men #1 (maio de 1975).

Ela era a irmã caçula do X-Man russo Colossus. Ela tinha 7 anos quando foi para uma dimensão paranormal chamada Limbo, tornou-se uma feiticeira, e desenvolveu as habilidades mutantes para criar discos de teleporte. Ao retornar, juntou-se aos Novos Mutantes.

Poderes e Habilidades

Illyana tem as seguintes habilidades mutantes: - Discos de teleporte entre dimensões, tendo como âncora o Limbo; - Discos de teleporte entre o tempo e o espaço; Como Filha do Inferno, Illyana domina vários tipos de magia, dentre elas:
  • Magias elementais: água, fogo, terra e ar.
  • Magias elétricas: disparar raios, emitir campos elétricos, criar tentáculos que prendem e eletrecutam o alvo, etc.;
  • Magias defensivas: projeção de escudos místicos de abrangência diversa;
  • Magias de absorção: absorve as energias dos atques
  • Magias Arcanas: completo domínio sobre as magias arcanas;
  • Magias de cura: cura a si mesma e a outras pessoas;
  • Magias da mente: projeção astral, criação de ilusões, indução ao sono e transe;
  • Magias Necromantes: invocação dos mortos e controle dos mortos-vivos;
  • Magias de Transmutação: transformação física de objetos orgânicos e inorgânicos.

Armas - Espada de Bátan (forjada com uma fração de sua alma: só obedece ao seu comando, podendo desfazer qualquer encanto e absorver as energias místicas e as almas das pessoas. A espada é virtualmente indestrutível; - Armadura da Filha do Inferno: lhe deixa praticamente invulnerável e concede um aumento em sua força.

Suas outras habilidades são: Proteção telepática natural: devido ao seu lado demoníaco e ao seu treinamento místico em artes brancas e negras, possui uma proteção telepática natural contra invasões.

História

Illyana é a irmã mais nova do X-Man Colossus e foi sequestrada aos 7 anos de idade pelo mago Belasco, sendo levada para a dimensão do Limbo. Quando os X-Men conseguiram resgatá-la, apesar de terem se passado apenas alguns minutos na realidade normal, Illyana voltou 7 anos mais velha.

Durante esses 7 anos que passou no Limbo, Illyana sofreu as mais terríveis provações, enquanto Belasco aguardava o afloramento de suas habilidades mutantes tencionando criar um portal para levar os demônios do Limbo para a Terra.
Neste período no Limbo, Belasco a cuidou ensinado mangia negra, destruiu sua infancia e lhe mostrou o poder dentro dela. Belasco tentou roubar as 5 partes da alma de Illyana, graças ao amulete do Beatrice. Ororo e Kitty tentaram resgatar Illyana, mas Belasco transformou Kitty em um híbrido de gato e humano, pois ela odiava magia. Tempestade ensinou tudo o que sabia sobre magia branca para Illyana e a tornou sua “discípula”Illyana fez de tudo para enfrentar as trevas dentro de si. Forjou uma Espada Espiritual e enfrentou Belasco, banindo-o do Limbo.Desde esse dia ela assumiu o codinome de Filha do Inferno e passou a dominar o Limbo.

Ao retornar, todos se impressionaram por ela estar mais velha, Charles Xavier tentou analisa-la e viu que ela tinha habilidades extras além de um forte escudo psionico que o impediu de investigá-la.
Mesmo com a garota aparentando sombria, a deixaram dividindo o quarto com Kitty Pryde.
4- Novos Mutantes: Alia-se aos novos mutantes e adota o codinome Magia. As fortes crenças religiosas de Rahne a colocaram à distância de Illyana, por seu histórico demoniaco. Illyana, mesmo morando na Terra, continuou regendo o Limbo, deixado sobre a tutela do demônio Sym na sua ausência.
O ser místico conhecido como Urso Espiritual que infernizava por gerações a tribo de Moonstar foi finalmente derrotado ao ser cortado pela Espada Espiritual de Illyana Rasputin, liberando os pais de Dani que estavam aprisionados nesta forma. Além disso, Magia utilizou sua espada para cortar a influência do Rei das Sombras sobre Karma.
Ajudou Vampira a repor o poder da luz de Adaga que estava em Lupina e o poder das sombras de Manto que estava em Mancha Solar.

Inferno: 

Durante uma viagem padrão através Limbo, algo deu errado e os Novos Mutantes foram presos. Lado maligno e demoníaco de Illyana começou a assumir o seu corpo. Os demônios não queriam que ela se tornasse “o senhor pleno” do Limbo. Quando ela tentou escapar, o demônio N’astirh a usou como uma maneira de abrir um enorme disco de teletransporte entre a Terra e o Limbo, que iniciou uma invasão da Terra pelos demônios do Limbo. Magia, conseguiu derrotar o poderoso demônio S’ym.
Illyana se sacrificou durante a invasão dos demônios do Limbo à Nova Iorque fazendo seus poderes mágicos a reverter a seu estado infanil novamente. Depois da batalha, os Novos Mutantes examinaram os restos da armadura de Magia e encontrou uma menina de 7 anos dentro dela, Illyana era criança novamente.
No entanto, ela ainda possuía o amuleto de Beatrice. Rahne finalmente se compadeceu de Illyana e se sentiu culpada por toda a maldade que lhe havia atribuído.

Criança Novamente: 

A Illyana de 7 anos foi então levada para sua casa da Rússia, onde morava com seus pais até que eles foram assassinados pelo governo russo, a fim de certificar-se de Illyana tivera habilidade para derrotar um poderoso ser psiônico, que representava uma ameaça para a Rússia. Com seus pais mortos, Illyana retorna a ficar aos cuidados do Colossus na Mansão X.

Virus Legado/Morte: 

Illyana acaba infectada com o Vírus Legado, uma doença incurável, Jubileu se tornou grande amiga da pequena floquinho de neve e sofre com a doença d pequena menina e quando Illyana não suporta mais, se torna mais uma vítima fatal do vírus Legado.

Após sua morte: 

A Espada espiritual ressurge em Kitty e tenta dominá-la. Além disso, o ressurgimento da espada chamou o interesse de algumas seres, como Gravemoss que pretendia roubá-la para possuir mais poder e Lancina que queria destrui-la. Amada Sefton é convocada por sua mãe Margali Szardos para salvar Kitty e não deixar a espada cair em mãos erradas. Amanda ajuda Kitty a derrotar o perigo e entrega a espada a Margali, sem saber que ela também tinha interesses malígnos pela espada.
9- Retorno: Illyana retorna a vida, provavelmente por consequencia da alteração da realidade causada pela Feiticeira Escarlate, mas sua versão ressuscitada não possui alma, Sendo agora apenas a faceta Filha das Trevas.
Os alunos do instituto estavam contando histórias de terror até que Olhos Vendados conta a história de Illyana e diz que ela estava próxima, então o chão se abre e os alunos caem no Limbo. No meio de uma grande luta, Illyana surge como filha do Inferno.
O mutante Pedreira se reconstituiu a partir das rochas magmáticas do limbo, numa forma imune à mágica e quebrou a maldade de Illyana que então ajudou a resgatar seus companheiros de equipe e derrotar Belasco.

a mutante Fada e alguns outros estudantes encontram Illyana no Limbo que está sem alma e se encontra como Filha do Inferno e que precisava de uma alma inocente para criar uma nova espada espiritual. Ela vê em Fada a alma que estava precisando. Já que era necessário, Gwyn decide sacrificar sua alma para salvar seus amigos das mãos de Belasco. O processo foi interrompido por Anole, e o resultado final foi uma pequena adaga espiritual, pois somente um quinto de sua alma foi transferida e substituída por Magia Negra. A Filha do Inferno ensina a fada como utilizar encantamento de teleporte chamado Sihal Novarum Chinoth, para irem até o castelo de Belasco e utilizaram a adaga mística em Belasco que ajudou a derrotá-lo.
No final, os estudantes são mandados de volta para o Instituto por Illyana Rasputin.

Atualmente: 

Depois de ter feito parte do Quinteto Fênix e ser corrompida, entra para a Nova Escola Xavier para Alunos Superdotados de Scott Summers onde atua como professora.


Fonte : Scott Summers ( Comicast Profiles)

Abysmus

Abysmus foi criado com a intenção de formar um exército para a Tropa de Lanternas Vermelhos e foi moldado em conjunto pelos restos das inversões, viajantes cósmicos com o propósito de combater os guardiões da galáxia.
No entanto, Abysmus foi visto como um fracasso aos olhos de seu "pai" Atrocitus, devido ao fato de ele sentiu empatia por outros seres vivos. Atrocitus matou Abysmus e o sepultou sob os solos de Ysmault.
Séculos mais tarde, Atrocitus voltou para a zona onde havia enterrado Abysmus para descobrir a vida de plantas em crescimento, onde não havia vida há muito tempo. Com esta nova vida, ele também descobriu que Abysmus havia surgido com a ajuda do próprio planeta, que o alimentou e por sua vez se alimentou dele.

Montanha

Abutre - Adrian Toomes


Supervilão das HQs de “Homem-Aranha”. O Abutre apareceu pela primeira vez no n° 2 da revista americana do conhecido herói aracnídeo, em 1963. 

O sexagenário inventor eletrônico Adrian Toomes desenvolveu um aparelho eletromagnético que permite que ele voe. Achando que ficaria rico e famoso, decide compartilhá-lo com seu jovem sócio. Certo dia, Toomes encontra documentos que provam que seu sócio estava mantendo para si a maior parte dos lucros da empresa e tornando-se o único dono. Revoltado, Toomes decide usar sua invenção para benefício próprio e embarca na carreira criminosa.

Sua lista de roubos começou pela empresa do ex-sócio (que ele mataria anos depois). Mas sua carreira foi repetidamente frustrada pelas seguidas intervenções do Homem-Aranha. Sendo um dos primeiros inimigos do teioso, o Abutre também tem o mérito de ser o primeiro inimigo recorrente do aracnídeo (sua segunda aparição foi em no n° 7 da revista americana, muito antes da estréia da maior parte dos outros inimigos clássicos do super-herói). 

Cruel e impiedoso (ele matou o idoso Nathan Lubenski, ex-namorado da Tia May e seu próprio amigo, e já tentou matar até mesmo a anciã), o Abutre certamente se qualifica como um dos maiores inimigos do aracnídeo. Foi um dos fundadores do grupo de vilões Sexteto Sinistro, participando de todas as formações da equipe.

Abraxas

Abraxas é uma entidade cósmica que procura destruir não só as principais universo Marvel Comics, conhecida como Terra-616 , mas todas as realidades paralelas , bem como, usando uma arma de poder destrutivo universal chamado Nullifier Ultimate . Ele é a personificação da destruição multiversal.
A localização do Nullifier Ultimate é desconhecido, exceto para o Tocha Humana , membro da equipe de super-herói do Quarteto Fantástico . Com a intenção de atrair a atenção do Quarteto Fantástico, Abraxas mata outro universo Galactus , e envia-lhe o crânio para a Terra-616, também usando o crânio como um farol homing. Isto causa uma perturbação no continuum espaço-tempo, permitindo que pessoas de outros universos que vêm através da lacuna deixada pela cabeça, incluindo uma outra Nova . Quando o Quarteto Fantástico procura o conselho dos Watcher , eles acham que ele se esqueceu quem ele era, e então ele torna-se em coma . Eternity informa Mister Fantastic do Quarteto Fantástico que este foi causado por Abraxas.
Depois de Mister Fantastic reúne uma seleção de super-heróis para combater os asseclas de Abraxas na lua (a casa do Watcher ), o Surfista Prateado é morto por uma névoa de micro-organismos como ele tenta defender o Watcher deles. os asseclas aparentemente procurar o Tocha Humana , e depois de algumas investigações descobriu-se que ele possui as coordenadas do Nullifier Ultimate dentro do seu subconsciente. No entanto, eles não são apenas dentro da mente de seus Tocha Humana, mas dividida entre as mentes dos outros três tochas humanas em universos alternativos.
Depois de encontrar estes Tochas alternativo Humanos, e passando as informações para o Tocha Humana da Terra-616 , o Quarteto Fantástico , finalmente, localizar o Nullifier Ultimate. No entanto, eles são traídos pela versão alternativa da Nova, que revela que ela serve Abraxas. Abraxas, então, aparentemente destrói Roma , protector de Eternidade .
Depois de Nova dá Abraxas o Nullifier Ultimate, uma batalha começa eo Quarteto Fantástico parece irremediavelmente superada. No entanto Franklin Richards , filho do Senhor Fantástico que possuía poderes que lhe permitiu deformar a realidade, e Valeria von Doom reunir os seus poderes e Galactus reconstituir a partir de sua estrela-como restos, embora os irmãos queimar os seus poderes no ato. O Galactus recém reformada, em seguida, recorda a Nullifier Ultimate do aperto Abraxas ", e afirma que é" tanto uma parte de mim como o meu próprio coração ". Devido a uma distração da Nova a Nullifier Ultimate cai para Senhor Fantástico , que percebe que a única maneira de destruir Abraxas é destruir toda a realidade e recriar o multiverso usando o Nullifier. Depois que ele faz isso, aqueles que tinham morrido , incluindo o Surfista Prateado , são restauradas para a vida, Franklin Richards fica sem qualquer poder, Valeria é substituído por um novo bebê (que, aparentemente, na verdade, é ela) no interior do útero da Mulher Invisível , eo Watcher é retornado ao normal

Nightcrawler, Márcio dos Santos e Dupret

Abismo - Nils Styger


Personagem das HQs de “X-Men”. Nils Styger apareceu pela primeira vez como um protetor do pesquisador Renee Majcomb, a quem ele tinha ajudado com a pesquisa do vírus Legado. No entanto, ele não morreu devido às ações de Colossus, que se sacrificou para liberar uma cura para o vírus no ar que tinha tomado a vida de sua pequena irmã Illyana vários anos antes.

Abismo mais tarde foi visto em Berlim, lutando contra Fever Pitch. Ambos os mutantes foram capturados pela milícia conhecida como o X-Corps.

Abismo depois ressurgiu quando seu pai Azazel psiquicamente convocou seus muitos filhos para tentar liberar seu exército da Dimension Brimstone que ele havia sido banido para centenas de anos antes. Em uma tentativa de perder a si mesmo e seus companheiros, Azazel tinha atravessado os tempos dimensão barreira muitos e gerou filhos na esperança de que um deles seria capaz de romper a barreira dimensional. Abismo uniu forças com os X-Men para evitar tentativa de Azazel para trazer seu exército em dimensão da Terra e conseguiu frustrar os esforços de seu pai. Ele foi posteriormente revelado como sendo meio-irmão do Noturno, já que ambos eram filhos de Azazel. 

Abyss é uma das dezenas de mutantes que perderam seus poderes após os eventos da House of M, como ele mostrou-se entre uma lista de outros mutantes que perderam os seus poderes em New Avengers. Abyss é atualmente um membro do X-Cell.

Guiller Lacerda, Antônio Luiz Ribeiro, Adrianocfpc e Dupret

Abe Brown


Um dos heróis da HQ “Filhos do Tigre”. Os Tigres apareceram pela primeira vez no n° 1 (com data de abril de 1974) do magazine em preto-e-branco “Deadly Hands of Kung Fu” (“Kung Fu”, na versão brasileira). A historieta foi criada para aproveitar a onda dos filmes do gênero da época. 
Junto com Bob Diamond e Lin Sun, Abe Brown foi um dos alunos mais qualificados a frequentar a escola de artes marciais dirigida por Mestre Kee. Este deu a cada aos um dos três alunos pedaços de um talismã de jade em forma de cabeça de tigre e patas dianteiras, quando ele sofreu ferimentos mortais devido a ataque de um grupo de terroristas ninja. Como os Filhos do Tigre, os três artistas marciais vingaram a morte de seu mestre, e tornaram-se um grupo de aventureiros por certo tempo.

Brown conheceu então um detetive particular chamado Nathaniel Byrd, também conhecido como Blackbyrd. Brown ajudou-o a combater o plano do Oil Company Caxon: a troca de armas de fogo no mercado negro por plutônio ilegal. Blackbyrd depois contatou os Tigres para ajudar a investigar as atrocidades no Presídio Estadual de Nova Troy. 

Bob Diamond tinha se envolvido romanticamente com uma mulher chamada Lotus Shinchuko , que se juntou ao grupo. Quando Diamond disputou-a com Lin Sun, começou uma briga e ele atingiu Brown. Este, com raiva, arrancou seu “pendant” tigre e saiu. Percebendo que, dessa maneira, os Tigres não poderiam ser uma equipe viável, eles se separaram. Brown ficou com Lin Sun e Lotus na escola de artes marciais. Abe Brown é irmão de Hobie Brown, o “Gatuno”.

Antônio Luiz Ribeiro e Dupret

Aaran


Aaran era um general thargoniano que se tornou um renegado após descobrir a corrupção que envolvia o Senado Venusio. Ele descobriu que, por motivos gananciosos, nada era feito para livrar Konthara da invasão zara e resolveu tomar a solução em suas própias mãos.

Com centenas de soldados, Aaran partiu a Konthara desafiando as ordens de seus superiores, os Líderes Supremos. Mas antes de chegar àquele planeta sua tropa foi atacada por naves da própria Federação. Foi uma terrivel batalha. Venusios contra venusios. Centenas morreram nas horas que seseguiam. 

O Conselho negava-se a aceitar insubordinação de um general que tinha seu nome como candidado ao Senado. Deveria sermantida a ordem, e Aaran tina que ser punido por sua rebeldia. Assim, ele foi considerado um renegado procurado por crime de guerra. 

Refugiado em Konthara, passou a ajudar a resisência daquela lua e tornou-se um verdadeiro problema ao império Zaro, que passou a considerá-lo seu inimigo nº 1. 

Por essa razão, há poucas semanas Aaran recebeu anistia por sua rebelião, mas decidiu continuar defendendo Konthara a sua maneira, coisa que o Conselho não aprova, mas causa danos ao inimigos. 


Aaran encontrou os "Space Warriors" durante uma luta contra os "krylls" e conhecu Dara-Evin, mas só permanceu com os fugitivos por causa da Fênix, a jovem Djanni-Llor . Há algo que o interessa... 

Nascido em Annex, Venusy, 200 anos de idade, Aaran, apesar da anistia, é dado com desaparecido há 14 anos. 

O General despertou os ciúmes de Donar por Dar-Evin devido ao interesse que passou a ter por ela e a maneira como a protege. 

Devido aos anos de formação militar Aaran adquriu grande habilidade em armamentos, línguas, artes marciais, guerrilhas... Aaran é considerado o maior general venusio da história.






Chrisandreas e Antônio Luiz Ribeiro

Lanterna Verde - Aa

Personagem das HQs de “Lanterna Verde” e outros heróis da editora DC Comics. Aa é um dos membros mais passivos da raça de Stoneworld. Quando Hal Jordan (o Lanterna Verde) tentou reiniciar a Tropa dos Lanternas, ele enviou um dos seus recrutas, Brik, para atrair novos recrutas. Brik selecionou um membro de cada uma das duas raças do planeta Stoneworld: Aa, do Povo pedra-pomes, e Kworri, da Obsidian-Folk.
Pouco depois de ser recrutado, Aa, Kworri e Brik foram capturados por Flicker, um agente do Pan-Galactic. Como um "caçador cósmico", Flicker pretendia vender os Lanternas up-and-coming verde para uma raça conhecida como os Quanhooga. Eles já conseguiram capturar Hal Jordan e tentou fazer lavagem cerebral -lo a dar-se informações sobre o Earthling Carol Ferris , aka, estrela de safira. Hal se soltou de seus controles e resgatou Aa e os outros. Preparado para qualquer eventualidade, Flicker deixar os heróis acreditam que eles tinham escapado dele e os quatro voou para o espaço exterior. 
Como eles deixaram o navio empresa Pan-Galactic, Aa tomei a liberdade de capturar um dos atendentes da agência. Hal-mente sondou o cativeiro com seu anel de aprender o paradeiro de Star Sapphire. Aa estava desconfortável com a idéia de que eles deveriam seguir Hal em sua busca pessoal. Seu rival, Kworri, foi rápido em apontar que os seres como Aa sempre adivinhar potencial de Hal liderança enquanto Kworri se juraram fidelidade eterno para Hal e do Corpo. Hal disse a cada um deles que, depois de resolver o caso que envolve Estrela Safira, ele iria selecionar Aa ou Kworri para servir com ele no Green Lantern Corps. O outro seria forçado a voltar para Stoneworld.
Enquanto Hal investigou a situação de um ângulo, Aa, Brik e Kworri rastreados última localização Estrela da Sapphire a uma frota de navios de guerra Teban envolvidos em uma batalha contra uma armada Quanhooga. Kworri seguido ordens permanentes de Hal para esperar e ver, mas Aa questionou as ordens, citando que Hal não poderia ter previsto los chegar à cena de uma batalha espacial feroz. Hal apareceu logo depois e Aa e trocou palavras tensas.
Os Lanternas Verdes embarcou no carro-chefe Teben comandada pelo capitão Kreon apenas para descobrir que Creonte não foi apenas na posse de uma estrela em coma Sapphire, mas também estava em liga com Pan-Galactic headhunter, Flicker. Isto era tudo parte do jogo Flicker do fim, para que ele pudesse entregar suas perspectivas Green Lantern aos seus clientes verdadeiros, o Teben, não Quanhooga o. As coisas rapidamente começou a desmoronar, e Flicker tentou manter os Lanternas Verdes na baía, treinando sua arma em Star Sapphire. Foi Aa que estragou tiro Flicker de, assim, salvar a vida de Carol.
Depois de recuperar seu corpo inconsciente, os Lanternas voou longe do armadas de oposição. Kworri Leal estava confiante de que ele seria o único que Hal iria selecionar a participar de seu novo corpo, mas como ele saiu, Hal tinha decidido desde o primeiro momento que eles se conheceram Aa era a mulher que ele queria ao seu lado. Ele apreciou ideais de AA e que persistentemente questionou a autoridade; uma atitude não muito diferente da de Hal Jordan si mesmo. 
Aa acompanhado Hal e os outros recrutas para a base do Corpo de Engenheiros de operações em Oa, onde Hal mostrou-lhes o grande Livro de Oa -. um livro que incluía todos os conhecimentos relacionados com os Guardiões e Green Lantern Corps. 
Aa estava presente quando Kilowog organizou uma viagem de acampamento GL em que ele regalou os outros recrutas-primas com contos dos Fluviaats conhecidos como Dob Zagil e Lin Canar. 
Sob a orientação de Kilowog, Aa e seus companheiros de equipe se envolveu em uma briga entre Hal Jordan e Safira Estrela, de quem tinha caído sob a posse de Eclipso na época. Como os outros, Aa sobreviveu ao encontro com lesões mínimas.

Marcelo Corrêa Silva , Franklin Queiroz Azevedo , Antonio Luiz Ribeiro e AA Hitler

Máscara Negra

Máscara Negra é um personagem de quadrinhos italianos criado na década de sessenta pelo roteirista Max Bunker ( Luciano Secchi ) e artista Paul Piffarerio.
Máscara Negra é um herói que se enquadra na tradição dos heróis mascarados de Faroeste, como Zorro , o Cavaleiro Solitário e outros, embora com um pouco de " mais de humor e violência , elementos que caracterizam a maior parte da produção do autor .
Na Itália a editora, Editoriale Corno, publicou 22 edições mensais de março de 1962 à dezembro de 1963. Em março de 1977, foi reeditado desde a primeira edição e foram lançadas mais 31 edições inéditas até outubro de 1979 , pela editora Editoriale Corno. No Brasil, só teve duas edições publicadas pela RGE em novembro de 1979 e em janeiro de 1980.
Máscara Negra é na verdade , o jovem advogado Ringo Rowandt, que no final do século XIX , depois de completar os seus estudos na Inglaterra, volta para os EUA , onde seu pai é o xerife de uma pequena cidade no Velho Oeste . Ringo decide lutar contra o crime em duas frentes, e com duas identidades diferentes: dentro da lei, de forma mais lenta e nem sempre com resultado, como advogado , e como como um justiceiro mascarado implacável que enfrenta os criminosos sem trégua e sem temor.

Vigilante Rodoviário

Em 1962 estreava na Rede Tupi de televisão o seriado O Vigilante Rodoviário, estrelado por Carlos Miranda,narrando as aventuras de um ínclito policial rodoviário buscando manter a lei e a ordem, sempre contando com a ajuda de seu espertíssimo cachorro chamado Lobo (um pastor alemão). O seriado alcançou tremendo sucesso de público, que chegou até mesmo a elevar a auto-estima e a respeitabilidade dos policiais rodoviários de verdade – uma estima que persiste até os dias de hoje (eu pelo menos, sempre que precisei da ajuda desses policiais sempre fui prontamente atendido, com toda consideração). E a simbiose do ator principal Carlos Miranda com o personagem foi uma daquelas marcantes numa relação deste tipo: usou seu próprio nome para interpretar o personagem e, após o término do seriado, prestou concurso na polícia rodoviária, passou e se tornou um Vigilante Rodoviário de verdade!

Tamanho sucesso naquela época significava ser publicado em gibi, pois na ocasião as HQs eram um extensivo veículo de comunicação, com centenas de títulos sendo lançados & vendidos mensalmente nas bancas de todo o país, ao contrário dos dias de hoje quando as Histórias-em-Quadrinhos viraram alvo de grupinhos elitistas pedantes. E no mesmo ano de 1962 em que o seriado começou a ser transmitido, O Vigilante Rodoviário foi parar no gibi, que infelizmente teve pouca duração (perto de uma dezena de números e um almanaque). Curioso é descobrir, lendo este raríssimo Almanaque de O Vigilante Rodoviário lançado pela Editora Outubro, algumas excelentes HQs do personagem em robustas 96 páginas. Começa com O Falso Vigilante!, a mais longa do gibi, 32 páginas escritas por Gedeone Malagola e desenhadas por Osvaldo Talo, argentino radicado no Brasil (e conhecido pelos fãs dos super-heróis da HQB pelo Fantastic).

Um ex-policial rodoviário usa da farda que não soube respeitar para acobertar crimes de seus comparsas. Claro que isso causa indignação geral na corporação, e Carlos Miranda não vai deixar por menos, perseguindo a quadrilha com muita coragem e astúcia – e com a mira calibradíssima, capaz de arrancar com um tiro o revólver do inimigo, tal como o melhor dos personagens do western. Talo ilustra mais duas HQs neste almanaque: em “O Caso Da Rua Espírita, 970”, Carlos até mesmo se disfarça de vendedor de melancias para desbaratar uma quadrilha de ladrões de jóias (não pensem que isso é totalmente ficção: soube por um amigo, que um colega de trabalho, também policial, disfarçou-se de lixeiro e prendeu três seqüestradores, salvando a vítima); e em “O Seqüestro” o Vigilante Rodoviário parte em busca de um garoto, filho de um engenheiro amigo seu, que havia sido seqüestrado por meliantes.

Outro grande artista dos Quadrinhos Brasileiros passou pelas páginas de O Vigilante Rodoviário, de forma marcante, num estilo que por vezes lembra o célebre Frank Robbins autor do Johnny Hazzard: Flávio Colin, que tem duas HQs publicadas no referido almanaque: “ A História De Lobo!” conta como Lobo veio a ser criado por Miranda, e sua consagração ao salvar uma criança de um atropelamento (eu me lembro de ter visto este episódio na tv! Pode-se dizer que a HQ foi fielmente adaptada!); Colin também assina “Ladrões De Automóveis”, onde Carlos conta com a ajuda de um negrinho para prender outra quadrilha de assaltantes.

Além de apreciar & desfrutar prazerosamente das histórias contidas nesta edição, uma leitura como esta nos provoca reflexões sobre as mudanças de hábitos e costumes ao longo dos anos. Um jovem leitor de hoje provavelmente estranharia as sossegadas baforadas que o herói solta tranquilamente de seu cigarro. O Vigilante Rodoviário era um fumante (ao menos nesta HQ) e esse péssimo hábito não o impediu de se tornar um herói da gurizada. E isso talvez não seja problema mesmo. Naquela época, talvez não se fumasse tanto quanto hoje, e talvez os cigarros não fossem tão nocivos na sua fabricação, como o são hoje em dia. As pessoas ainda não haviam se dado conta dos terríveis males da ingestão maciça de nicotina. Não importa se o herói fuma ou não. O que conta é o caráter, e isso o Vigilante tinha de sobra, sempre defendendo a gente boa contra bandidagem, sempre preocupado com a manutenção da ordem, interessado em ajudar as pessoas, procurando passar às crianças noções de civilidade. Sinal dos tempos, quando muito dos “heróis” dos quadrinhos de hoje não fumam mas são paranóicos, depravados, amorais, assassinos. Fica a lembrança de tempos menos violentos, quando havia muito menos automóveis e se morria menos nas estradas... tempos do Vigilante Rodoviário.

Frederic Werthan - O Doutor que Odiava Heróis


Era o ano de 1954, e os Estados Unidos viviam sob o signo do medo. A guerra fria estava no auge. Por causa da paranóia anticomunista, Charles Chaplin não podia entrar no país e Albert Einstein era investigado pelo FBI. O clima de temor e suspeita era propício. Naquele ano, o renomado psiquiatra Frederic Wertham publicou o livro: A Sedução dos Inocentes, que descrevia em detalhes os “efeitos nefastos” dos gibis sobre as crianças. A saber: fomentavam a delinquência juvenil, a discórdia entre irmãos, o mau hábito da garotada de não comer legumes e verduras e, se isso não bastasse, de estimular o homossexualismo. O livro incentivou o Congresso a vasculhar a indústria das HQs e a colocar Batman e Super-Homem no banco de réus.
Credenciais não faltavam ao doutor para convencer a opinião pública da época. Era o psiquiatra-chefe do maior hospital psiquiátrico de Nova York, o Bellevue. Na década de 20, recém-formado, correspondera-se com ninguém menos que Sigmund Freud, pai da psicanálise. A reputação de Wertham era ilibada, mas algo não ia bem com a psique do doutor. Assim como em muitas tramas de gibi, o genial cientista foi ficando aos poucos obcecado por um objeto de repulsa e desejo. Suas pesquisas passaram a associar leitura de quadrinhos com violência. O psiquiatralançou-se numa violenta diatribe, em dezenas de artigos, condenando os pobres gibis. Foi Wertham o pai do boato da homossexualidade de Batman e Robin. Tudo porque, numa história, Bruce Wayne e Dick Grayson trocavam as roupas civis pelos uniformes de herói, separados apenas por um biombo. Por sua causa, a DC Comics teria criado a figura paternal do mordomo Alfred, a fim de frear a fama de gay do homem-morcego. É bem verdade que as revistas de terror da época tinham um conteúdo muito forte de violência, mas chegar a generalizar todos os gêneros de quadrinhos foi um erro grotesco cometido pelo famigerado psiquiatra. 


Com a publicação de A Sedução dos Inocentes, revistinhas foram queimadas em público no estado de Nova York. Um comissário de polícia de Detroit, Harry S. Toy, declarou que os gibis estavam infestados de ensinamentos comunistas. Os distribuidores começaram a devolver os exemplares. O rebu serviu de estopim para que o Congresso instituísse uma subcomissão de investigação dos quadrinhos. As editoras, temendo uma regulamentação do governo, criaram o Comics Code, código de autocensura. Entre 1954 e o início da década de 70, o código exerceu seu poder de forma implacável na indústria dos quadrinhos. Só em 1971 as editoras passaram a questioná-lo: a Marvel, numa história do Homem-Aranha, mostrou Harry Osborn, amigo de Peter Parker, chapado de LSD. 

O famigerado “Comics Code que exerceu o seu poder de forma implacável na indústria dos quadrinhos.
Em 1973, o  psiquiatra surpreendeu a todos mudando de opinião, garantindo que os quadrinhos eram “válidos e construtivos” mas, a esta altura o grande mal já havia acontecido a indústria de quadrinhos americana. Não adiantou. Frederic Wertham morreu desacreditado, em 1981.
O ex-menino prodígio da psiquiatria seria para sempre lembrado como o doutor que odiava os quadrinhos. É bem possível que nem o amigão Freud entendesse essa trajetória. E qualquer gibizeiro sabe que a sina de Wertham seguiu de perto as tramas de HQ: a do genial cientista que se transforma em vilão. No final, os super-heróis conseguiram derrotar o infame doutor W.

As revistas da EC não tinham apenas conteúdo "violento", mas realmente incomodavam as "autoridades" porque eram extremamente críticas ao stablishment norte-americano. E isso não apenas nas revistas de terror, mas também nas de guerra (frontline combate e two-fisted tales), crime (Crime suspstories e Shock Suspenstories) e de ficção cientifica (Weird Science e Weird Fantasy).

São emblemáticas a capa numero 01 de Shock Suspestories onde é mostrado o horror de uma execução penal na cadeira elétrica (criticando a pena de morte?), ou a capa do numero 02 onde uma turba de fanáticos lincha um pobre cego confundido com um comunista. Mas a hq que talvez tenha causado horror a direita norte-americana tenha sido aquela em que o primeiro astronauta em Marte era um NEGRO, mostrando que o futuro seria socialmente sem preconceitos.

Muitas histórias de terror e crime da EC eram um microscópio onde se tirava o véu sobre a classe média norte-americana: casais se destruindo por causa do ódio, da inveja e da cobiça; isso quando políticos, religiosos e policiais não eram mostrado como corruptos; mesmo as revistas de guerra da EC não a glorificavam, ao contrário das revistas de guerra da DC, mas mostravam o absurdo que era o confronto bélico.

Tal ousadia não podia passar impune. As próprias editoras concorrentes se juntaram para ao criar o comics code, alegando evitar que os quadrinhos fossem proibidos nos EUA através de uma "auto-censura" da própria industria, também tirassem a eC da jogada. O código inicialmente proibia vampiros, lobisomens e mortos vivos nos gibis... Assim como as próprias palavras TERROR, CRIME e HORROR estavam proibidas de aparecer na capa, matando por tabela qualquer possibilidade de tres das mais populares revistas da EC receberem o código de aprovação.

Frederick Wertham não foi o unico vilão na História de Criaçaõ do Comic Code... Infelizmente muitos editores tiveram papel de cumplice nesse lamentavel capitulo da História dos Comics.

Por Roberto Sabino Alvese Nano Falcão

O Vingador

Lançado pela Editora Outubro em 1961, criação de Hélio Porto e ilustrado inicialmente por Walmir Amaral de Oliveira (capa do primeiro número desenhada por Jayme Cortez), O Vingador teve 40 números, além de almanaques e histórias publicadas em gibis de outros personagens. A Editora Outubro publicou-o até 1966, sendo que, a partir de 1972, foi relançado pela Editora Taíka (que na verdade, republicou as antigas aventuras do herói), durando mais 20 números e alguns almanaques. 

 Além de Hélio Porto, O Vingador teve histórias escritas por Helena Fonseca e Gedeone Malagola; alguns de seus ilustradores também foram responsáveis pelos roteiros, como por exemplo Walmir Amaral, Osvaldo Talo e Miguel Lima. Outros que desenharam o herói mascarado foram Ernesto Capobianco, Juarez Odilon, Edmundo Ridrigues, Nico Rosso, Lyrio Aragão, Fernando de Lisboa e José Delbó (o argentino que posteriormente trabalharia nos EUA desenhando famosos personagens dos Quadrinhos, tais como Turok e Lone Ranger para a Gold Key, bem como a Mulher Maravilha/Wonder Woman e o Superman para a DC Comics). Além de Jayme Cortez, Sérgio Lima e Rodolfo Zalla também produziram capas para O Vingador.  


Como era baseado em personagens dos comics de faroeste norte-americano, a origem do Vingador não poderia fugir muito disso: Nelson Coston é um jovem que tem o pai covardemente assassinado e que, após conseguir sua vingança, torna-se cavaleiro errante das pradarias. Certo dia, salva um velhinho de uma baita enrascada - e o tal velhinho era ninguém menos do que o Vingador original que, sentindo o peso dos anos, repassa sua máscara para Nelson. Diferente do Lone Ranger que não tira a máscara nem para dormir, mas semelhante ao Cavaleiro Negro e ao Durango Kid, Nelson torna-se a identidade secreta do renovado Vingador. A respeito daquele “velhinho” que foi salvo por Nelson, lembremo-nos de que antes deste Vingador de Hélio Porto & Valmir Amaral, a HQB já registrara, duas décadas antes, outro caubói mascarado homônimo, com histórias escritas por Péricles do Amaral (o memorável autor do Capitão Atlas) e desenhado por Fernando Dias da Silva - e tudo indica que talvez esta tenha sido a referência para a origem do Vingador da Editora Continental. Posteriormente, nos primeiros anos da década de 80 do século passado, outro Vingador mascarado do velho oeste cavalgou nas páginas dos gibis, desta feita para a editora paranaense Grafipar/Bico de Pena, em histórias criadas por Franco de Rosa.

Zhor - O Atlanta

Personagem publicado pela editora Taika, no inicio da década de 70, criado por Francisco de Assis da Silva e desenhado por Walmir Amaral e Moacir Rodrigues, que infelizmente teve apenas três histórias publicadas nesta edição da Taíka.
Zhor é um guerreiro e líder da lendária Atlântida, construída pelo autor a partir de elementos historicamente comprovados nas diversas civilizações da antiguidade, notadamente grega, inca e hindu.
A Atlântida de Francisco de Assis da Silva ergue-se e desaba segundo os registros de relatos dos grandes homens daquelas sociedades, de compilações religiosas diversas, e da assombrosa suspeita de intervenção extraterrastre naqueles povos.
Além deste apurado senso de historiador, e de um fascinante lirismo mitológico, o autor Francisco se mostra um ágil e vibrante roteirista de HQ. As aventuras de Zhor possuem grande influência das Era de Ouro dos comics – tanto que, muito mais do que o Thor de Lee & Kirby, nosso Zhor se assemelha muito mais a outro e mais antigo personagem, o notável Flash Gordon de Alex Raymond.

Sanjuro - O Samurai Impiedoso

Lançado em 1973, esse gibi de formato europeu,trazia as aventuras de um japonês enfrentando problemas no faroeste: trata-se de Sanjuro, O Samurai Impiedoso, lançado pela M&C Editores - “M” de Minami Keizi e “C” de Carlos da Cunha, sendo que o personagem foi criado pela dupla Paulo Hamsaki-Paulo Fukue. 

A revista iniciava com um prefácio muito criativo, os autores auto-desenhados apresentam eles mesmos a história que viria a seguir, mostrando o conhecimento que têm dos fatos históricos e introduzindo os leitores para a aventura. E, de fato, não há do que reclamar, pois Sanjuro é mesmo uma HQ espetacular, roteiro dinâmico e desenhos belíssimos. Infelizmente a revista sobreviveu apenas uma edição. 

Sanjuro é o chefe da guarda do embaixador do Japão nos EUA, cuja comitiva se encontra numa viagem ferroviária cruzando vales, planícies e montanhas para levar um valioso regalo ao presidente norte-americano: uma linda espada cravejada de diamantes. Claro, facínoras de todo tipo ficaram sabendo disso e o trajeto será cheio de perigos. A saga divide-se em três capítulos interligados mas ao mesmo tempo perfeitamente compreensíveis por si sós, como se fossem curtas HQs independentes. Sanjuro encontra bandidos e valentões armados de colts e winchesters que ele enfrenta com sua habilidade na espada e nos shurikens, as mortais estrelas pontiagudas de metal. E, claro, como todo bom herói que se preze, está sempre dando sua ajuda para a gente boa, especialmente aos apaches. Ação e violência não são as únicas preocupações dos autores, mas também mostrar o choque cultural entre pessoas de nações tão distintas - não raro Sanjuro reclama da falta de civilidade do povo americano a quem considera “ignorante e mal informado”.